PÉ-SUJO

Um cara como eu, que adora um boteco — a instituição mais democrática das ruas. Onde o rico e o pobre, o preto e o branco, o santo e o bandido convivem em igualdade de condições, dividindo o mesmo espaço, o mesmo copo e o mesmo prato de tremoços — está sempre de olho no Blog do Juarez Becoza: "Careca, barrigudo e colunista de boteco".
 
Na série "ESSES BOTECOS MARAVILHOSOS E SEUS NOMES ESQUISITOS", algumas pérolas:
Cú do Padre – São Paulo/SP. Localizado nos fundos de uma igreja.
Bar Caminho do Céu – Nilópolis/RJ. Na beira de uma estrada perigosa, foi assim rebatizado depois que vários de seus frequentadores tombaram mortos, vítima de atropelamento, na volta para casa.
Lanchonete Maria Furadinha – Sem localização definida. Pertence a uma bela cozinheira que, certa feita, foi esfaqueada 17 vezes pelo namorado ciumento. Sobreviveu e abriu o bar.
Mastur Bar Méier, Rio de Janeiro/RJ. Fechou em meados dos anos 80.
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